"We must speak now of 'personnel policy' at the level of the General Council rather than that of the Provinces. This is the background against which we must project the whole idea of international teams. It is a shifting of a responsibility which has become almost exclu-sively that of Provinces towards "their" Districts towards a respon-sibility shared by all the Provinces, co-ordinated by the Generalate. It is a collaboration that will take the form of mutual sharing in per-sonnel and in many other areas as well. Internationalisation thus viewed is a practical consequence of the development of Mission" (Frans Timmermans, Superior General: Letter of April/May, 1976).
On parle (maintenant) d’une « politique du personnel » menée au niveau du Centre et non pas seulement au niveau des Provinces. Tout cela est la toile de fond sur laquelle il faut projeter cette idée des équipes internationales. Il y a un déplacement d’une responsabilité devenue presque exclusive des Provinces envers « leurs » Districts vers une responsabilité de l’ensemble des Provinces, coordonnée par la Maison Généralice. Collaboration qui va se traduire par des mises en commun en de multiples domaines, y compris celui du personnel. Ainsi « internationaliser » est une conséquence pratique de l’évolution de la Mission. (Frans Timmermans, Supérieur général, Lettre d’avril/mai 1976).
Agora fala-se de uma “política de pessoal” a nível do Conselho Geral e não só a nível de Províncias. Tudo isso é o pano de fundo sobre o qual devemos lançar a ideia de equipas internacionais. Há um deslocamento duma responsabilidade tornada quase exclusiva das Províncias para com os “seus” Distritos, para uma responsabilidade partilhada por todas as Províncias, coordenada pelo Generalato. Colaboração que tomará a forma de partilha mútua em pessoal e também em muitas outras esferas. ”Internacionalização” assim vista é uma consequência prática do desenvolvimento da Missão. (P. Timmermans, Superior Geral, carta de Abril-Maio 1976).