Libermann to Salier, 09.07.1840. N.D.II, p. 153
Since I came to Rome concerning our project (the work for the Black People), my policy was never to do anything that was not straightforward. I kept quiet and stayed at home. I got to know no-body and did no lobbying. I saw the Cardinal twice and his secretary twice. When the need arose or circumstances made it desirable, I would visit them again. I acted in this way because I feared that my desire to succeed may have been excessive and that I would force my ideas on those in charge; all I wanted was to carry out the will of God as shown through the superiors.
à Dom Salier, 09.07.1840, N.D.II, p.153
Ma conduite à Rome, pour la sollicitation de cette sainte affaire (de l’œuvre des Noirs), était de ne jamais faire de démarche oblique. Je me suis tenu tranquille et retiré chez moi. Je n’ai fait aucune connaissance et je ne fréquente absolument personne ici. J’ai vu deux fois le cardinal et deux fois Mgr son secrétaire. Quand le besoin ou les circonstances l’exigeront, je les reverrai. J’ai agi ainsi, parce que je craignais de vouloir trop la chose et d’agir de manière à faire faire aux supérieurs ma propre volonté, tandis que c’est la volonté divine manifestée par les supérieurs que je désire accomplir.
a Dom Salier, 09.07.1840, N.D.II, p.153
A minha conduta em Roma, para o pedido deste santo negócio (a Obra dos Negros), era nunca fazer diligências ambíguas. Fiquei tranquilo e fui embora. Não tinha conhecido ninguém, e não contactei absolutamente ninguém. Vi duas vezes o Cardeal e duas vezes o seu secretário. Quando a necessidade ou as circunstâncias o exigirem, voltá-los-ei a ver. Agi assim, porque temia desejar muito isso, e temia proceder de maneira a mandar fazer aos meus superiores a minha própria vontade, mas é a vontade de Deus manifestada pelos superiores que desejo cumprir.