"Not only did the Synod speak of inculturation, but it also made use of it, taking the Church as God's family as its guiding idea for the evan-gelisation in Africa. The Synod Fathers acknowledged it as an expres-sion of the Church's nature particularly appropriate for Africa, for the image emphasises care for others, solidarity, warmth in human rela-tionships, acceptance, dialogue and trust. The new evangelisation will thus aim at building up the Church as family, avoiding all ethnocen-trism and excessive particularism, trying instead to encourage recon-ciliation, true communion, solidarity and sharing"(John Paul II: Ec-clesia in Africa, n¡ 63).
Non seulement le Synode a parlé de l’inculturation, mais il l’a appliquée en prenant, pour l’évangélisation de l’Afrique, l’idée-force de l’Église Famille de Dieu. Les Pères y ont vu une expression particulièrement appropriée de la nature de l’Église pour l’Afrique. L’image, en effet, met l’accent sur l’attention à l’autre, la solidarité, la chaleur des relations, l’accueil, le dialogue et la confiance. La nouvelle évangélisation visera donc à édifier l’Église Famille, en excluant tout ethnocentrisme et tout particularisme excessif, en prônant la réconciliation et une vraie communion …la solidarité et l’échange. (Jean-Paul II, Ecclesia in Africa, n°63).
O Sínodo não se limitou a falar da inculturação, mas aplicou-a concretamente também, assumindo como ideia-chave para a evangelização da África, a noção de Igreja como família de Deus. Nela reconheceram os Padres Sinodais uma expressão da natureza da Igreja, particularmente apropriada para a África. Com efeito, a imagem acentua a atenção pelo outro, a solidariedade, as calorosas relações de acolhimento, de diálogo e de mútua confiança. A nova evangelização tenderá, portanto, a edificar a Igreja como família, excluindo todo o etnocentrismo e excessivo particularismo procurando pelo contrário promover a reconciliação e uma verdadeira comunhão, a solidariedade e partilha. (Igreja em África, nº 63)