1900-06-03
"Sometimes we become almost drugged by our work, to the detri-ment of our openness, our relationships with others and our prayer life. We become so attached to our job that we identify ourselves with it and we cannot imagine us doing anything else. But there are frontiers to be crossed, moments of generosity to be lived, in which we are willing to leave our work and our position and admit that others can continue it and do so just as well as us" (EGC Dakar, 1995, 4.2.3).
Parfois, nous devenons "des drogués du travail", au détriment de l'ouverture, des relations et de la prière. Nous nous attachons à une œuvre au point de nous identifier avec elle. Peut-être ne voyons-nous pas quels nouveaux engagements nous pourrions prendre. Mais il y a des seuils à passer, des moments de disponibilité à quitter notre travail ou notre position avec joie et avec cette foi que d'autres peuvent continuer et faire aussi bien. (CEG Dakar , 1995, 4.2.3).
Por vezes, tornamo-nos “escravos do trabalho”, com prejuízo da abertura, do relacionamento e da oração. Prendemo-nos tanto a uma obra a ponto de nos identificarmos com ela. Talvez não vejamos que novos compromissos poderíamos tomar. Mas há limites a transpor, momentos de disponibilidade para deixar o nosso trabalho ou a nossa posição com alegria e com esta certeza que outros podem continuar e também fazer bem. (CGA Dacar, 1995, 4.2.3).