"Towards the end of 1831, the Directors of St. Sulpice sent François Libermann to Issy. For 15- 18 months, he had nothing else to do apart from sweeping up the leaves and concentrating on his own spiritual life. But the fire of God that burnt within him to help other people would not die down. He kept begging the authorities to let him spend his time bringing the Spirit of the Lord into the hearts of the seminarians, who in turn would be the chosen channel to bring the same Spirit to the people"(Memorandum of Tisserant. N.D. 1, p. 597).
Les Messieurs de Saint-Sulpice envoyèrent, vers la fin de 1831, M. Libermann à Issy où il fut environ 15 à 18 mois à n'avoir guère d'autre occupation que celle de son intérieur et de brosser les arbres. Les années suivantes furent moins infructueuses, il est vrai. Emu chaque jour, très souvent jusqu'à répandre des torrents de larmes, à la vue de l'état de dissipation où le choléra et les crises politiques de cette époque avaient jetés le plus grand nombre de séminaristes d'Issy et de Paris, il lui fut impossible de contenir plus longtemps le feu que Dieu allumait dans son cœur pour se rendre utile au prochain. Il demanda avec insistances et une sorte d'importunité, et obtint des supérieurs de Paris et Issy, qu'il lui fut permis d'employer tous les efforts que le zèle de Dieu pourrait lui fournir pour ramener le véritable esprit de Notre-Seigneur dans ces âmes destinées à devenir le canal de cet esprit à l'égard des peuples. (Mémoire Tisserant, ND I, p.597).
Os Directores de S. Sulpício enviaram, pelos fins de 1831, Libermann a Issy onde esteve cerca de 15 a 18 meses não tendo outra ocupação senão a do seu interior e de cuidar das árvores. Os anos seguintes foram menos infrutuosos é verdade. Sempre emocionado, muito frequentemente derramando torrentes de lágrimas, ao ver o estado de dissipação onde a cólera e as crises políticas desta época tinham lançado a maior parte dos seminaristas de Issy e de Paris, foi-lhe impossível conter por mais tempo o fogo que Deus acendia no seu coração para se tornar útil ao próximo. Pediu com insistência e uma espécie de impertinência e obteve dos superiores de Paris e Issy. que lhe fosse permitido empregar todos os esforços que o zelo de Deus lhe pudesse fornecer para trazer o verdadeiro espírito de Nosso Senhor a estas almas (dos seminaristas) destinadas a tornarem-se o canal deste espírito para os povos. (Mémoire Tisserant, N.D., p. 597)